Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé
Já ouvi, muitas vezes, que a “fé é o exercício da memória”. É a capacidade de não somente lembrar-se do que é eterno e amável, mas também, de ser guiada por essas lembranças. Pela fé, sabemos que não são apenas lembranças, mas marcas profundas que trazemos pelas experiências que tivemos pelo caminho.
As lembranças que trazemos nos moldam sem que percebamos. Elas dão caminho para as nossas decisões, mas, também, às ações e reações. Por meio da memória, posso observar claramente como minha fé foi construída e entender que ela existe, e é vivida nas relações. Posso ter fé em mim mesma, fé em alguém e em Deus.
Tudo, absolutamente tudo, muda na vida de uma mulher se ela tem fé. Uma mulher que confia em Deus, confia em si mesma e também no outro, para estabelecer com ele relações duradouras e fecundas, podendo viver novas experiências ou dando a si outras chances quando as decepções chegam.
Nossa fé não pode depender de situações
Toda realidade interior, para manter-se viva e com qualidade de existência, necessita de alimento. A fé de uma mulher precisa de alimento nobre e seguro. Às vezes, temos a tentação de fazer com que a fé em alguém seja um alimento, mas, sabemos que o ser humano falha e nossa fé mais profunda não pode depender de instabilidades, incoerências ou decepções.
A convivência com pessoas que amamos provoca em nós vários gestos de confiança, mas toda fé depositada em um ser humano deve vir acompanhada de misericórdia e caridade, pois, o amor humano não subsiste sem uma elevada porção de compreensão, humildade e recomeços. Sim, uma mulher pode alimentar-se de bons relacionamentos para manter sua fé em pé e cada vez mais amadurecida e forte, porém, não deve depender da perfeição desses vínculos para ser fiel, porque eles realmente não existem com perfeição, somente com perfeito esforço.
Uma mulher inteligente ama a verdade
Uma mulher inteligente ama a verdade e a busca com toda intensidade de seu ser. Ela precisa estar atualizada diante de tantos estímulos modernos, que pretendem insistentemente dissolver sua vida interior. Ela precisa ler bons livros, que não alimentem somente seus afetos e sede de boas sensações e emoções, mas, que deem resistência e solidez à sua mentalidade; ela precisa ver bons filmes e estimular a abertura à sua realidade e, também, aos que estão à sua volta; ouvir pregações que a levem a um lugar cada vez mais sagrado em sua alma. Uma mulher inteligente precisa, constantemente, dar conteúdos bons a si mesma e alargar a capacidade de compreensão de sua alma, crescer espiritualmente não somente com as experiências providentes da vida, mas deliberadamente com esforço e vontade forte. Isso é alimentar sua fé.
Tudo vai ficar diferente em uma mulher quando ela passar a entender que nem tudo o que ela sente é real, e que a alma precisa de alimento sólido para amadurecer, crescer e, assim, fazer boas escolhas. Por isso, antes de se tornar uma mulher de fé, é preciso tomar uma decisão que implicará em gasto de tempo e esforço; a menos que essa mulher decida ficar “sempre a mesma”. O que não é real, porque, quem para no tempo anda para trás, com mais velocidade do que se imagina e sente.
Alimentar a fé não é uma atitude apenas emocional, não é um impulso sentimental. Mas sim uma decisão consciente e bem acordada. Do mais secreto lugar em uma alma feminina, no seu lugar mais consciente e comprometedor, é que uma mulher decide mudar. A fé é um dom de Deus, mas a melhora e o crescimento dela depende de uma decisão interna. É uma das decisões mais importantes da vida, pois muda um destino inteiro. Que você, mulher, decida-se a ser uma pessoa movida pela fé em Deus!
Isso sim é típico de uma mulher de fé, porque, ela se deixa mover pelo Espírito de Deus. Uma mulher de fé é uma mulher de decisão, ainda que discreta e silenciosa.
A partir de uma Mulher discreta, silenciosa e muito decidida, Deus pôde interferir na história da humanidade inteira! É preciso agir interiormente. Isso é uma mulher de fé. Você quer ser uma mulher assim?
Texto da querida:
Ziza Fernandes
Ziza é cantora, compositora, musicoterapeuta, professora e mosaicista. Estudou piano por 12 anos no Conservatório Santa Cecília, Maringá – PR, aperfeiçoando-se com o professor Paulo Giovanini, na Universidade Estadual de Maringá. (https://formacao.cancaonova.com/afetividade-e-sexualidade/afetividade-feminina/o-que-preciso-para-ser-uma-mulher-de-fe/)
A religião cristã
não se resume ao cumprimento de algumas normas e preceitos elementares, mas
pede de nós que coloquemos, com generosidade, nossos bens a serviço dos irmãos.
Na liturgia
da Santa Missa, quando rezamos o ato penitencial, pedimos perdão a Deus por
aqueles pecados veniais que
cometemos contra os seus Mandamentos — juízos temerários, impaciências,
irritações, distrações durante a oração etc. — e também por nossas
omissões: verbo, opere et omissióne… Com isso, a Igreja quer recordar
os dois aspectos da vida de santidade: um, já sabemos, é o da rejeição ao
pecado. O outro, por sua vez, trata da obrigação de colocarmos nossos dons a
serviço do bem, como um ato de agradecimento a Deus e de caridade para com
nossos irmãos na fé.
Para muitos
católicos, a vivência do cristianismo consiste apenas no cumprimento de alguns
preceitos, obviamente importantes, como ir à Missa aos domingos, confessar-se,
rezar o terço etc. Na famosa parábola dos talentos, porém, Jesus
demonstra que a religião cristã vai muito além disso e faz uma advertência contra nossas omissões
deliberadas (cf. Mt 25, 14-30).
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“A omissão é o pecado com que mais facilidade se comete e
com mais facilidade se desconhece; e o que facilmente se comete e
dificultosamente se conhece, raramente se emenda."
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Notem que o servo “mau e preguiçoso” não cometeu nenhum ato contra a lei divina. Não matou nem roubou. Em vez disso, guardou o dom que havia recebido de seu patrão e, quando este voltou para pedir-lhe contas, entregou-lhe o mesmo talento como o havia recebido. Ele cumpriu o preceito.
À primeira
vista, a atitude desse empregado parece justa e até prudente; afinal de contas,
ele protegeu a propriedade de seu senhor contra quaisquer possíveis ataques.
Mas, por
outro lado, faltou-lhe a generosidade e a
proatividade de seus irmãos que, cultivando aqueles mesmos talentos,
multiplicaram os negócios e espalharam o bem, como dizia Santo Tomás de Aquino: bonum est diffusivum sui. A omissão do servo mau é
tratada com severidade pelo patrão justamente porque esse servo deixou de
multiplicar o bem: “E a esse servo inútil, jogai-o nas trevas exteriores; ali
haverá choro e ranger de dentes.” (Mt 25, 30)
Em nossa vida
cotidiana, sofremos a perigosa tentação de acreditar, como acreditou o servo
mau, que, para agradar a Deus, basta a rejeição ao pecado e o cumprimento de
algumas normas. Frequentamos os sacramentos, guardamos a castidade, não fazemos
fofoca, não cobiçamos as coisas alheias etc. Assim aparentamos uma vida de grande piedade cristã sem que
notemos a infecundidade dessa mesma vida, que não é gasta pelo bem dos outros.
Daí que Padre
Antônio Vieira alerte, em um de seus sermões, para a gravidade das
omissões: “A omissão é o pecado com que
mais facilidade se comete e com mais facilidade se desconhece; e o que
facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz
não fazendo” [1].
Como deve
agir, então, a pessoa que não quer pecar por omissão?
Em primeiro
lugar, é preciso distinguir bem o que significa omitir-se diante de uma
situação e quando isso constitui um pecado, pois há ocasiões em que, de fato,
não podemos fazer nada que esteja a nosso alcance prático real.
É preciso
superar a tentação do indiferentismo, este pecado que está profundamente ligado
ao bem que deixamos de praticar.
Na carta de
São Tiago encontramos a seguinte advertência: “Aquele que souber fazer o bem e não o faz, peca” (4, 17). Vejam, assim, que a
omissão somente ocorre quando a pessoa tem condições de fazer algo de bom, mas
não o faz por alguma desculpa: medo, preguiça, indiferença… Por
conseguinte, o primeiro passo no combate
aos pecados de omissão é o de reconhecer nossos dons e limitações para que, no momento
oportuno, estejamos preparados para agir generosamente ou limitarmo-nos a rezar
em silêncio, o que já constitui um grande ato de caridade.
Com
efeito, é preciso superar a tentação
do indiferentismo, este pecado que está profundamente ligado ao bem que
deixamos de praticar. Segundo uma
lógica da obrigatoriedade, somos levados a cumprir apenas o que manda a regra
do bom mocismo e da etiqueta. Tudo o que foge disso, porém, é tratado como
coisa secundária, indiferente, que pode ser deixada para depois.
Em um livro
seu sobre as omissões, o Padre Luiz Fernando Cintra adverte justamente contra
esse comportamento, recordando a quem deseja uma vida cristã coerente que
A luta em geral não consiste numa
escolha constante entre o bem e o mal, mas entre a
generosidade e a falta de generosidade, entre fazer o bem completo, ou só parte dele, omitindo o que não é
“obrigatório”, como se o cristianismo fosse um salário mínimo. [2]
Quando na direção espiritual
algumas pessoas me perguntam como podem ser mais generosas e evitar os pecados
de omissão, costumo lhes sugerir que encarem a questão de outra maneira. Em vez
de repassarem os mandamentos de memória (embora às vezes não sejam capazes de
enumerar todos os dez mandamentos da lei de Deus e muito menos os da Igreja), a
fim de descobrir no que ficaram devendo, proponho imaginarem o que Jesus faria
no seu lugar: como Ele cuidaria das minhas obrigações, como Ele
trataria os meus familiares, como Ele cumpriria as minhas obrigações
religiosas, como Ele pensaria sobre as pessoas que estão à minha volta, como
Ele falaria delas, como Ele ajudaria as pessoas necessitadas… E então aparecem, “como num passe de mágica”, uma
enorme quantidade de coisas que se poderiam fazer muito melhor! São as omissões
que vêm à luz. [3]
Como remédio
para o pecado de omissão, Padre Cintra aconselha-nos a colocarmo-nos no lugar
de Jesus para descobrirmos o que Ele faria em determinada situação:
A vigilância
contra os pecados de omissão serve, sobretudo, para o cuidado com os irmãos,
pois, quando nos omitimos diante da
fragilidade de alguém, recusando-nos a ajudá-lo, colocamos em risco a salvação
dessa pessoa.
Na Quaresma de 2012, o então Papa Bento XVI dedicou sua tradicional mensagem justamente ao tema da “correção fraterna”, que é uma das coisas mais negligenciadas entre os cristãos nos dias de hoje. No texto, o Papa recordava as recomendações da Carta aos Hebreus, para que “prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (10, 24), como forma de combater a atitude que, com frequência, prevalece em nossa sociedade: “a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela ‘esfera privada’” [4].
Na Quaresma de 2012, o então Papa Bento XVI dedicou sua tradicional mensagem justamente ao tema da “correção fraterna”, que é uma das coisas mais negligenciadas entre os cristãos nos dias de hoje. No texto, o Papa recordava as recomendações da Carta aos Hebreus, para que “prestemos atenção uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (10, 24), como forma de combater a atitude que, com frequência, prevalece em nossa sociedade: “a indiferença, o desinteresse, que nascem do egoísmo, mascarado por uma aparência de respeito pela ‘esfera privada’” [4].
A omissão
nossa de cada dia, atenção, pode acabar levando muitas almas ao inferno.
Fujamos, portanto, desse perigoso pecado e aprendamos a fazer o bem em todas as
circunstâncias de nossas vidas.
Artigo retirado do site Christo Nihil Praeponere (8 de outubro de 2017)
Deus nos surpreende com textos que dizem muito mais de nós do que imaginávamos, está foi a sensação ao lermos este artigo publicado no site da comunidade Shalom.
Você merece mais do que migalhas
Estamos acostumados a ver casais de namorados que se ferem, terminam e reatam da noite para o dia. Estamos acostumados a ver pessoas que engatam um namoro atrás do outro. Gente que sai à caça nas baladas e nos aplicativos de relacionamento. Quem aceita receber muito menos do que sabe que merece. É. O problema é este: Acostumamos demais.
No descompasso da vida, as frustrações acumuladas fazem com que muitos se tornem susceptíveis a aceitarem qualquer coisa. O interessante é que nos questionamos diariamente onde está o amor de verdade. Quando foi a última vez que recebemos flores? Um cartão com frases que não foram copiadas da internet? Um gesto de delicadeza mínimo e singular? Do tipo sem preço e elaborado sem pressa.
Endurecemos tanto assim?
Há também quem fique presa ao tipo que vive em cima do muro. Aquele homem que não se decide. A questão é: não se brinca com sentimentos alheios, e quem não é capaz de tomar uma decisão, já está tomando uma. Relacionamento de verdade inclui esforço, escolhas e renúncias, e quem não sabe que rumo tomar, precisa ter o mínimo de respeito e consideração para não empacar a vida da outra pessoa. É necessário atitude e delicadeza para deixar tudo em pratos limpos. O amor inclui esperas, sim, mas não queremos esperar eternamente. Não devemos.
Lindo mesmo é olhar para o lado e encontrar alguém que escolheu ficar. Alguém para quem valha a pena doar seu tempo e seu afeto. A quem você não tenha que se esforçar demais para caber no mundo dele. Em uma parceria de verdade, ganhamos flores e aconchego. É justo que seja assim. Com manifestações concretas de carinho.
Amor não se implora. Existem os conflitos, é claro, e existem todas as alegrias e frustrações de uma vida a dois. Vem no pacote. Por isso mesmo, tem que colocar terra no vaso e regar todo dia. Os dois. É assim: É aprendizado, ninguém chega pronto. O que não dá é pra ficar economizando mimos, ter medo de expressar sentimentos, ou viver em uma eterna espera, que te anula, que te fere. Não. Temos que viver o relacionamento com o outro em toda a sua imensidão. Tão humana. Tão divina.
Sabe o que? Seja a pessoa que Deus te chama a ser. Só aceite o amor se ele vir do tamanho que você merece. E nunca mais se contente com migalhas.
** Marília Saveri (Redação, Shalom São Paulo).
Hoje nós três temos vivido a graça da Missa diária, há um tempo gostaria de partilhar e pesquisando na Internet achei o seguinte artigo no site ACI Digital (29/10/2016)
Publicado originalmente no jornal ‘Catholic Herald’, o Pe. Matthew Pittam, sacerdote da Arquidiocese de Birmingham (Inglaterra), refletiu sobre a importância de participar da Eucaristia todos os dias.
O sacerdote recordou as palavras de São Bernardo de Claraval para definir a importância da Missa: “Se ganha mais assistindo a uma única Santa Missa, do que distribuindo a fortuna aos pobres e peregrinando a todos os santuários mais sagrados da cristandade”.
A seguir, confira 5 razões propostas pelo Pe. Pittam para participar da Missa diariamente:
1.- Crescer na fé
O Pe. Pittam indicou que é correto e importante participar da Eucaristia no domingo, mas a Missa diária “é um testemunho silencioso da necessidade de ter uma fé que se prolonga por toda a semana e em toda a nossa vida”.
“Só com a Missa dos fins de semana, estamos reforçando a ideia de que só é possível ser católicos de domingo. A dimensão espiritual de tudo isso não deve ser subestimada”, advertiu.
2.- É o coração da paróquia e da Igreja
O Pe. Pittam assinalou que a Missa diária é “como o pulsar do coração da vida da paróquia” e os que participam, embora sejam poucos, “são os que fazem com que a Igreja siga em frente”.
O sacerdote citou como exemplo a sua própria paróquia, onde os que participam diariamente da Missa são “as pessoas que eu posso chamar se preciso fazer alguma coisa”.
“Eles são os que limpam a igreja, ajudam na programação da catequese, organizam os eventos e administram as finanças. Eles também são os que mantêm a igreja com a sua contribuição econômica e com o seu apoio”, referiu.
3.- Sustenta a comunidade
A Missa diária também tem um papel importante na comunidade paroquial porque, segundo o Pe. Pittam, esta une os fiéis.
Inclusive nos momentos de oração, antes e depois da Eucaristia, como por exemplo a oração das laudes ou a adoração ao Santíssimo Sacramento.
Além disso, “a Missa diária sustenta e ajuda os fiéis a crescer em sua fé. A Missa diária também os ajudou a desenvolver sua relação com a comunidade”, expressou.
Embora somente a metade da paróquia participe da Missa diária, para o presbítero, “eles proverão de um firme fundamento de oração no qual a vida da comunidade é construída”.
“Estas celebrações silenciosas e modestas são um tesouro que nos arriscamos a perder em detrimento de toda a vida da paróquia”, sublinhou.
4.- É um gesto de acolhida em momentos difíceis
O Pe. Pittam indicou que as pessoas começam a frequentar a Missa todos os dias quando passam por momentos de crise, como uma dor ou a perda de um ente querido. Recordou que uma mulher começou a participar da Missa diariamente depois da morte do seu pai.
“Ela não era uma paroquiana durante a semana, mas começou a vir porque sabia que estávamos ali e que naquele momento de necessidade Jesus estaria presente através do sacramento”, contou.
“Há algo na Missa diária que nos mostra que a Igreja está disponível para nós. Por isso, tem consequências missionárias”, expressou.
5.- Forma futuros líderes
O sacerdote assinalou que a Missa diária faz parte da formação de muitos líderes paroquiais e colaboradores.
“O que substitui esta oportunidade nas paróquias se já não houver uma celebração diária ou que se compartilha em vários centros? ”, perguntou.
᷇Meu testemunho:
Após 4 anos desejando e pedindo no meu coração Deus me deu a graça da missa diária.
Confesso que me faltava
docilidade, coragem, largar de vez a comodidade e a preguiça.
Sim, pode até ser um sacrifício, mas um sacrifício
possível a todos, basta permitir que o Espírito Santo organize o seu tempo, a sua rotina.
Eu entreguei a Deus minha vida,
Ele viu minha necessidade, meu desespero e atendeu, pois Deus é fiel!
Ah, como é bom entregar-se por
inteiro nas mãos do Pai. Como melhorou tudo em minha vida, um parênteses aqui rs, meus problemas não sumirão, minhas angustias voltam à todo tempo, o que mudou então? Me sinto forte e capaz para enfrentar minha cruz, para persistir nesta caminhada rumo ao céu e sem exageros eu me
sinto tão feliz de estar nessa dependência diária.
Eu preciso de mais da tua glória,
da tua presença,
da tua justiça,
da tua verdade,
eu só quero mais,
e mais.
Sim, Eu preciso de Ti Deus,
e não há vergonha em assumir tamanha dependência.
Sei que não sou nada sem você,
sem tua palavra,
seu corpo.
Vem Jesus,
Só vem!
Alguns precisam de motivos, compreendo. Mas é o próprio AMOR que nos atraia até Ele, permita o AMOR a amar você.
LovTBT ama viajar, descansar, passear e contemplar a criação
de Deus...
E como fazemos?
Sempre que nos programamos para viajar buscamos
a Igreja mais próxima para não perdemos a missa de domingo e foi assim que
fizemos neste fim de semana ao irmos para Paraty RJ.
Como faríamos passeios de barcos pela manhã e
tarde fomos à missa das 19h30 do sábado.
Sabe é o que lindo? É saber que Deus nos surpreende. Nos programamos para ir à Santa Missa, mas nos perdemos. Passamos por duas Igrejas fechadas e não conseguíamos achar o caminho certo! A vida é assim também, né? Que triste, quando nos perdemos e não sabemos o caminho... 😔 Mas Ele é bom e generoso. Nos aponta a direção e coloca sempre pessoas para nos ajudar! E assim chegamos! Correndo, faltando um minuto para começar... Ah, doce Jesus, que bom saber que você caminha à nossa frente. Nós não estamos perdidas. Nós temos um pastor!!
❤❤❤
Em um papo informal conversávamos a respeito de acupuntura, reflexologia e algumas questões surgiram...
E ai podemos fazer? Não podemos? Por quê?
Diferentemente da Medicina Ortodoxa ou Clássica, a qual se baseia em Ciência autêntica e é nela fundamentada, a Medicina Holística não possui a Ciência como seu alicerce. O pressuposto essencial e fundamento da Medicina Holística é o que chamam de “equilíbrio energético”. Porém nunca jamais tive notícia de qualquer terapeuta holístico que pudesse definir nem o que seria este “equilíbrio” e muito menos o que seria essa tal “energia”. E, lamentavlmente, a esmagadora maioria desses tais terapeutas não sabe, de fato, com o que estão lidando. Fazem cursos que lhes informam apenas a metodologia das terapias alternativas e apenas um mínimo de conhecimento sobre suas origens e reais significados lhes é fornecido. Mas, aqui, iremos a fundo neste assunto.
A “Energia” da Medicina Holística
O falso pressuposto a que se apegam os instrutores da medicina holística e suas práticas é o de que existe uma energia cósmica e vital que flui pelos corpos dos homens mantendo-os em harmonia com o universo. Esta suposição não possui absolutamente nada de científico, mas sim de ocultismo. A tal energia cósmica a que se referem também fluiria, segundo eles, pelos corpos dos animais, dos insetos, das plantas e até das pedras. E no caso dos terapeutas holísticos, estes teriam recebido o preparo para lidar com essa energia através de dezenas de métodos que utilizam. E eis aqui uma lista de alguns deles: ACUPUNTURA, FITOTERAPIA CHINESA, QUIROPRÁTICA, FLORAIS DE BACH, GEMOTERAPIA, AROMATERAPIA, TAI CHI, MEDICINA AYURVÉDICA, REFLEXOLOGIA, YOGA, OSTEOPATIA, dentre outras.
E como a tal energia é considerada vital pelos terapeutas holísticos, o restabelecimento de seu “equilíbrio” abrangeria os três aspectos exdistenciais do ser humano: O Espiritual, o Mental e o Físico. Daí chamar-se de Holística (de holos = todo). Buscam, em última análise, uma “harmonia energética” (e logo veremos o que significa essa tal energia).
Antes, porém, verifiquemos alguns textos esclarecedores escritos por terapeutas holísticos (retirados do gigantesco penduricalho de sites esotéricos, holísticos e ocultistas que se multiplicam pela Internet. No final deste estudo apresentaremos alguns deles).
Trechos de Sites Holísticos
“Um dos objetivos mais importantes da medicina holística, que não recorre às drogas, é superar bloqueios energéticos súbitos ou crônicos e restaurar o fluxo normal da energia interna em direção à parte afetada ou ao corpo em sua totalidade.”
“A Saúde Holística é quando vemos o ser como um todo. O espírito imortal precisa de um veículo para manifestar-se: o corpo. O perispírito, a mente, o espírito formam o conjunto de fatores que permite a expressão do pensamento do ser, do indivíduo e do espírito. Ou seja, a saúde holística é visão global do ser como um todo (corpo, perispírito e espírito).
“Sendo Holismo o todo e estando o médium intermediando o plano espiritual e o plano carnal, existe uma estreita relação entre mediunidade e Holismo. O médium pode influir na saúde holística através do seu magnetismo, usando pensamento, sentimento e vontade e também através de sua faculdade mediúnica (mediunidade de cura)”
A Terapia Energética Holística Reconhece no ser humano, de forma inédita, 8 (oito) corpos, “um-dentro-do-outro”! Assim, a natureza “já” clonou, em níveis superiores de energias, “Plantas Arquetípicas” capazes de refazerem quaisquer órgãos do homem e da mulher, de forma natural!
Os desequilíbrios na saúde, as crises em geral (econômicas, ocupacionais, etc.) ligam-se às “energias negativas”, que, sendo “reequilibradas” restabelecem a harmonia pessoal e geral! E isto até mesmo nos casos considerados sem solução ou sem diagnóstico, pelos meios tradicionais”
“lembre-se, a pessoa mais importante neste mundo em primeiro lugar é você mesmo, pois para estar bem no seu trabalho, na faculdade, no relacionamento é preciso que em primeiro lugar se esteja bem consigo mesmo, isto é , estar em equilíbrio físico, energético e mental”
Agora, uma pergunta: De fato, do que foi lido nesses trechos acima, algo soa como científico? A mim, e a muitos outros colegas médicos nos parece que não.
O Segredo Oculto da Medicina Holística e o que é a tal Energia a que se referem
Para que se possa compreender o real sustentáculo das teorias e doutrinas holísticas é indispensável que falemos sobre duas terapias holísticas que são o elo entre a Medicina Holística e suas origens ocultistas: O Reiki e a Yoga.
Os trechos abaixo foram reproduzidos de um site Holístico e sumarizam, em síntese suficientemente esclarecedora, a essência fundamental da Medicina Holística. Essas definições nada científicas nos servirão de introdução para o grande elo da Medicina Holística com sua real origem: O Ocultismo e o Espiritismo Hinduístas, cuja epítome de expressão atuante é a Yoga Hindu, a mãe da Medicina Holística, sendo ambas filhas do Hinduísmo.
REIKI
“Energia Cósmica Universal de cura (técnica milenar de cura e auto cura com as mãos), age direta e harmoniosamente nos centros vitais do corpo, influenciando o poder de cura do próprio organismo em todos os níveis (físico, mental, emocional e etérico).”
“REIKI é uma energia equilibradora e harmonizadora de origem na Inteligência Cósmica e, como tal, atua de forma inteligente, direcionando-se aos locais de maior carência, preenchendo “faltas” e dispersando “excessos”, conforme a necessidade.”
“O REIKI Aproxima você do seu Eu Interno. Proporciona equilíbrio energético. Revitaliza o corpo físico e o energético. Amplia a consciência. Acelera a auto cura.
“Combate a causa de doenças no campo energético. Atua em animais, plantas e minerais. Aumenta a criatividade. Libera emoções bloqueadas. Atua em toda a faixa vibratória: física, mental e espiritual. Restabelece a harmonia e o bem estar. Revitaliza o corpo físico e o energético. Amplia a consciência.”
Artigo retirado do site Editora Cléufas






